23 de agosto de 2012

A Fonêmica



A Fonêmica é a área da linguística que busca estabelecer as relações entre fonemas e alofones e teve como formulação inicial propor um método para converter a fala em sistemas de escrita.

O livro de Kenneth pike intitulado Phonemics: A Technique for Reducing Languages to Writing (Fonêmica: Uma Técnica para Reduzir Línguas à Escrita) é o trabalho seminal deste modelo.

(Fonte: http://www.cefala.org/)

21 de agosto de 2012

Semântica: Formal, Estrutural, de Enunciação ou Argumentativa

Segundo Müller e Viotti (2003), “tem semântica de todo tipo. Tem semântica textual, semântica cognitiva, semântica lexical. Tem semântica argumentativa, semântica discursiva, …. Todas elas estudam o significado, cada uma do seu jeito.  Tamanha variedade já mostra que o estudo do significado pode ser feito de vários ângulos."

19 de agosto de 2012

Classificação dos Fonemas: vogais, semivogais e consoantes

Nas palavras componentes da língua portuguesa apresentam-se três tipos de fonemas: vogais, semivogais e consoantes.

As VOGAIS são os sons que se formam quando a corrente de ar vinda dos pulmões não sofre nenhum tipo de interrupção. Ou seja, as vogais são sons que chegam livremente ao meio exterior. Podem apresentar-se sob as formas: 

Processos de Formação das Palavras: Derivação, Composição e Processos Secundários

O morfema tem a propriedade de articular-se com outras unidades de seu próprio nível. No entanto, a maior unidade de que o falante da língua tem consciência, nas frases que diz ou ouve, escreve ou lê, é a palavra. Ora, esta nem sempre coincide com o morfema, isto é, são relativamente poucos os vocábulos que constam de um só morfema. Para conhecer e avaliar o significado, a expressão e o arranjo dos morfemas, torna-se necessário isolá-los; estaremos, assim, conhecendo a estrutura do vocábulo.

Processos de Formação das Palavras: Radicais Gregos e Latinos

Entendendo-se “palavra” como a unidade mínima que pode ocorrer livremente, e sabendo ser ela a unidade máxima de estudo da morfologia, detecta-se a necessidade de conhecer algumas de suas características primordiais, tais como o processo de formação que lhe dá origem e as propriedades dos elementos que a compõem. É, pois, momento de conhecer outras especificidades características do processo de formação das palavras.

PROSA

A prosa orienta-se até certo pondo em sentido contrário ao da poesia. Já vimos que, por sua própria essência literária, a poesia e a prosa se aparentam numa série de aspectos. Destes, o mais importante é aquele que caracteriza a própria literatura: expressão dos conteúdos da ficção, da imaginação, numa palavra, o subjetivismo. Na poesia, como acabamos de ver, o sujeito, o “eu”, volta-se para dentro de si, fazendo-se ao mesmo tempo espetáculo e espectador. A prosa, todavia, inverte completamente essa equação.

POESIA

A palavra “poesia vem do grego poiesis: criar, no sentido de imaginar”. “Os Latinos chamavam a poesia de oratio vincta: língua travada, ligada por regras de versificação, em oposição a oratio prorsa: linguagem direta e livre. Prorsa tornou-se, por metáfase, prosa[1]”. No geral, baseavam a distinção entre a poesia e a prosa no fato de a primeira exprimir-se em versos, e a segunda não. Contudo, por vezes fugiam de radicalizar sua posição e acercavam-se de uma identificação menos exterior, como se pode ver em Quintiliano, ao asseverar (Instituto Oratoriae, X, 1, 89) que “Cornélio Severo foi melhor versificador que poeta” (versificator quam poeta melior). Importa assinalar que Aristóteles já tinha nítida consciência das características profundas da poesia, que a tornavam diversa da prosa e da historiografia.

18 de agosto de 2012

O Aparelho Fonador

O Aparelho Fonador inclui os órgãos envolvidos na produção da fala. Observe, nas imagens abaixo, a descrição da localização e função de cada órgão.